
A mobilidade compartilhada está ganhando impulso, oferecendo perspectivas de reduzir o tráfego, limpar o ar da cidade e oferecer aos usuários opções de transporte mais flexíveis. No entanto, apesar de seu potencial, a mobilidade compartilhada geralmente parece ficar em segundo plano em relação ao transporte público tradicional e aos veículos particulares aos olhos das autoridades locais e dos planejadores de infraestrutura.
Especialistas veem a mobilidade compartilhada como uma mudança de jogo revolução no transporte. Ele supera a revolução anterior do século XX, quando os carros pessoais se tornaram amplamente acessíveis e acessíveis. Agora, com o aumento da mobilidade compartilhada e das preocupações ambientais, a velha noção de “um carro por pessoa” está ficando desatualizada.
Diante disso, as autoridades de todo o mundo devem se preparar proativamente para um futuro em que a mobilidade compartilhada desempenhe um papel cada vez mais significativo. Nesta postagem do blog, exploraremos diferentes maneiras pelas quais autoridades e legisladores podem incentivar a mobilidade compartilhada — e por que ela vale totalmente a pena.
O impacto positivo da mobilidade compartilhada
A mobilidade compartilhada tem o potencial de resolver alguns dos problemas que enfrentamos com o transporte atualmente, beneficiando usuários, cidades e o meio ambiente. Aqui estão os principais benefícios da mobilidade compartilhada:
- Redução do congestionamento: A mobilidade compartilhada pode aliviar o congestionamento do tráfego, proporcionando um fluxo de tráfego mais suave e menores tempos de deslocamento.
- Sustentabilidade ambiental: A mobilidade compartilhada pode reduzir o número de veículos na estrada, resultando em menores emissões de gases de efeito estufa e menor pegada de carbono. Isso ajuda a combater a poluição do ar e a mitigar o impacto ambiental do transporte.
- Melhor acessibilidade e flexibilidade de transporte: Os serviços de mobilidade compartilhada tornam o transporte mais acessível, especialmente para aqueles sem veículos particulares ou opções de mobilidade limitada. Eles também oferecem alternativas convenientes aos métodos de transporte tradicionais.
Considerando a necessidade urgente de combater as mudanças climáticas, a mobilidade compartilhada é uma promessa significativa como opção de transporte mais ecológica. A União Europeia Acordo Ecológico visa alcançar uma redução de 90% nas emissões de gases de efeito estufa relacionadas ao transporte até 2050. A mobilidade compartilhada — juntamente com o aumento da adoção de veículos elétricos e uma mudança mais ampla nos comportamentos de transporte — provavelmente desempenhará um papel importante na consecução dessa meta.
No entanto, para que a mobilidade compartilhada realmente floresça e revolucione o transporte, ela precisa de um ambiente favorável apoiado por estruturas legislativas e planejamento de infraestrutura. Então, vamos examinar mais de perto como as autoridades podem promover uma adoção mais ampla da mobilidade compartilhada.
1. Regulamentos favoráveis de olho no futuro
No passado, as soluções de mobilidade compartilhada e os modelos de negócios enfrentaram desafios para obter a aceitação dos reguladores. Um excelente exemplo é a resposta inicial das autoridades locais aos novos serviços da Uber na época — encomendando-os para cessar suas operações imediatamente.
Os serviços de mobilidade compartilhada podem atrapalhar os modelos tradicionais de transporte, que podem não ser bem-vindos por todos. No entanto, a popularidade inegável desses serviços, exemplificada pela rápida sucesso da Uber, demonstra a alta demanda dos clientes.
Em vez de lutar contra isso, as autoridades podem querer mudar seu foco para a criação de uma estrutura legislativa favorável, reconhecendo os benefícios significativos que a mobilidade compartilhada pode trazer. Isso significa regulamentações que priorizam a segurança, a concorrência justa, a proteção ao consumidor e os padrões de qualidade, criando um ambiente em que a mobilidade compartilhada possa prosperar e fornecer serviços confiáveis aos clientes.
A mobilidade compartilhada está em constante evolução, o que significa que as regulamentações precisam ser flexíveis e adaptáveis para acompanhar as tecnologias emergentes e os novos desafios. Por exemplo, como veículos autônomos se tornar uma possibilidade, as autoridades precisarão estabelecer diretrizes para sua integração segura às redes de transporte existentes.
2. Uma abordagem colaborativa
A colaboração entre autoridades locais e empresas pode ser um fator decisivo na criação de um ambiente favorável à mobilidade compartilhada. Trabalhando juntos, eles podem enfrentar desafios comuns, compartilhar dados e desenvolver soluções integradas de transporte.
As parcerias público-privadas também podem envolver incentivos, como incentivos fiscais ou subsídios, para incentivar a adoção da mobilidade compartilhada. Por exemplo, oferecer incentivos fiscais a empresas que implementam programas de compartilhamento de caronas para seus funcionários pode incentivar o uso de opções de transporte compartilhado em vez de carros individuais. Da mesma forma, fornecer subsídios para provedores de mobilidade compartilhada pode ajudar a compensar os custos iniciais de implementação e expansão de seus serviços.
Compartilhar dados entre plataformas de mobilidade compartilhada e autoridades de transporte é outra forma de se beneficiar dessa cooperação. As plataformas têm informações valiosas sobre acidentes, padrões de viagem e disponibilidade de motoristas. Compartilhar esses dados com as autoridades locais pode ajudar a melhorar a rede de transporte, aprimorar os aplicativos de viagens e identificar áreas carentes.
3. Construindo infraestrutura para apoiar o futuro do transporte
Para atender às crescentes necessidades de transporte, as autoridades devem investir em infraestrutura que ofereça suporte a modos de transporte inovadores, como veículos elétricos e serviços de mobilidade compartilhada. Ao considerar as necessidades dos usuários de mobilidade compartilhada, os planejadores de infraestrutura podem torná-la uma opção de transporte muito mais atraente.
Aqui estão as principais necessidades de infraestrutura para mobilidade compartilhada:
Integração com a infraestrutura existente: Para oferecer aos usuários opções de transporte suaves e eficazes, a mobilidade compartilhada deve se integrar perfeitamente aos sistemas de transporte atuais, como o transporte público. Deve permitir que os usuários planejem viagens multimodais e alternem entre diferentes modos de transporte sem problemas. Por exemplo, os usuários devem poder fazer a transição perfeita de uma bicicleta ou scooter compartilhada para um ônibus ou trem.
Estações de carregamento: Manter o melhor desempenho dos veículos elétricos compartilhados depende da manutenção da carga. Isso requer o estabelecimento de uma rede de estações de carregamento estrategicamente posicionadas em todas as áreas urbanas. Se pretendemos que mais pessoas usem veículos elétricos, precisamos tornar o carregamento deles fácil e acessível.
Estacionamento dedicado: Os serviços de mobilidade compartilhada precisam de áreas de estacionamento designadas para seus veículos, como bicicletários e vagas de estacionamento para compartilhamento de carros. Uma infraestrutura de estacionamento bem organizada pode reduzir a desordem nas ruas e facilitar que outras pessoas peguem um veículo de mobilidade compartilhada.
Suporte à infraestrutura de informações: A execução tranquila de serviços de mobilidade compartilhada, incluindo o gerenciamento de reservas, pagamentos e logística, depende muito de uma base confiável de infraestrutura de informações. Com o advento de redes avançadas como 6G, os usuários confiarão cada vez mais nessa infraestrutura para se manterem conectados e aproveitar ao máximo esses serviços.
O cenário de mobilidade compartilhada na França
A recente proibição de patinetes eletrônicos flutuantes em Paris colocou a França no centro das atenções. Para examinar mais de perto o ambiente de mobilidade compartilhada na França, recorremos a Manon Lavergne, CEO da Viluso, uma operadora de micromobilidade compartilhada. Pedimos sua opinião sobre o estado da micromobilidade no país.
Desde o Lei de Orientação à Mobilidade em 2019, o governo francês vem trabalhando para facilitar o acesso ao transporte compartilhado em qualquer lugar. Em POLICIAL 26 em 2021, a França se comprometeu a reduzir suas emissões de CO2 em 55%.
De acordo com Manon, a propriedade de veículos pessoais em ambientes urbanos está perdendo popularidade entre muitos cidadãos franceses, e Paris se destaca como um epicentro compartilhado da micromobilidade. A cidade foi pioneira em redes de mobilidade compartilhada de autoatendimento, como Vélib' (2007), Autolib' (2011) e as scooters elétricas compartilhadas da Cityscoot (2016).
No entanto, em abril de 2023, os residentes de Paris votaram pela proibição dos e-scooters flutuantes na cidade. Os motivos por trás dessa decisão incluíram passageiros competindo por espaço com pedestres nas calçadas e reclamações sobre patinetes elétricos bagunçando as calçadas quando estacionadas.
Capturar estudo de caso sobre os hábitos de estacionamento de scooters eletrônicos em Paris revelou que a maioria dos usuários não teve problemas ao estacionar scooters em compartimentos designados. No entanto, fora das áreas designadas, os usuários tiveram que competir com outros veículos, resultando em menos opções de estacionamento.
Esse exemplo enfatiza novamente a necessidade de uma infraestrutura adequada para dar suporte à mobilidade compartilhada. Muitas cidades ao redor do mundo foram projetadas principalmente com carros particulares em mente, o que pode criar desafios para acomodar soluções de mobilidade compartilhada.
Anne Hidalgo, prefeita de Paris, fez campanha com uma forte agenda verde e introduziu várias mudanças para combater a poluição e os engarrafamentos. Sua visão inclui um”Cidade de 15 minutos“onde as pessoas podem acessar trabalho, compras, saúde, educação e lazer a 15 minutos a pé ou de bicicleta de suas casas.
No entanto, o estado caótico das scooters elétricas flutuantes em Paris resultou em sua proibição. Esse cenário levanta uma questão para outras cidades globais: como a mobilidade compartilhada pode ser incentivada sem interromper outras opções de transporte e o movimento de pedestres?
De acordo com Manon, os próximos Jogos Olímpicos de 2024 em Paris, que atrairão muitos visitantes, fornecerão informações valiosas sobre o sistema de transporte da cidade, incluindo a viabilidade da mobilidade compartilhada.
A mobilidade compartilhada veio para ficar — então comece a planejar hoje
Ao adotar uma abordagem solidária, as autoridades de todo o mundo podem desempenhar um papel crucial na viabilização de todo o potencial da mobilidade compartilhada. Embora possa exigir uma mudança de mentalidade, os ganhos potenciais de redução do congestionamento, sustentabilidade ambiental e melhores opções de transporte fazem com que valha a pena considerar isso.
Sabemos que a mobilidade compartilhada veio para ficar e só se expandirá no próximos anos. Ao adotar uma postura mais proativa, as autoridades estarão em uma posição melhor para integrar e maximizar todos os benefícios da mobilidade compartilhada.
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Web-booker is not designed to replace the mobile app. It extends the acquisition funnel by adding a low-friction entry point, while keeping all bookings fully synchronized with the operator’s app and dashboard.
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🚲 Cleaner air, less traffic, and better city living - bike-sharing apps are making it happen. With seamless apps, smart integration, and the right infrastructure, shared bikes are becoming a real alternative to cars in cities across Europe.💡 See how bike-sharing supports sustainable mobility and what cities and operators can do to get it right.
Bike-sharing apps are reshaping urban mobility. What began as a practical way to get around without owning a bike is now part of a bigger shift toward sustainable transport.
These services are doing more than replacing short car trips. They help cities cut emissions, reduce congestion, improve health, and connect better with public transport.
As more cities rethink how people move, bike sharing continues to grow as one of the fastest and most affordable tools to support this change.
Why bike sharing is important
Bike-sharing services now operate in over 150 European cities, with more than 438,000 bikes in circulation. These systems help prevent around 46,000 tonnes of CO₂ emissions annually and reduce reliance on private cars in dense urban areas. They also improve air quality, lower noise levels, and make cities more pleasant to live in.
A recent study by EIT Urban Mobility and Cycling Industries Europe, carried out by EY, found that bike-sharing services generate around €305 million in annual benefits across Europe. This includes reduced emissions, lower healthcare costs, time saved from less congestion, and broader access to jobs and services.
For cities, the numbers speak for themselves: every euro invested yields a 10% annual return, generating €1.10 in positive externalities. By 2030, these benefits could triple to €1 billion if bike-sharing is prioritized.
Connecting with public transport
Bike sharing works best when it fits into the wider transport system. Most car trips that bike sharing replaces are short and often happen when public transport doesn’t quite reach the destination. That last kilometer between a bus stop and your home or office can be enough to make people choose the car instead.
Placing shared bikes near metro stations, tram stops, or bus terminals makes it easier for people to leave their cars behind. This “last-mile” connection helps more people use public transport for the long part of their trip and hop on a bike for the short part. Over time, that encourages more consistent use of both bikes and transit.
In cities where bike sharing is integrated into travel passes or mobility platforms, users can combine modes in a single journey. That flexibility supports wider access and makes shared bikes part of everyday mobility, not just something used occasionally.
What the app brings to the experience
The digital experience behind bike sharing is a big part of why it works. People can check availability, unlock a bike, pay, and end their trip – all in one app. This makes it quick, simple, and consistent.
Good bike-sharing apps also offer:
- Real-time vehicle status
- Contactless ID verification and onboarding
- Support for short trips and subscriptions
- Usage history and cost tracking
- Optional features like carbon savings or route suggestions
When users don’t need to think twice about how the system works, they’re more likely to build regular habits around it. That habit shift is what makes a long-term difference for both users and cities.
Wider city-level benefits
Bike sharing isn’t just a transport service. It helps cities meet public goals – cleaner air, lower traffic, healthier residents, and better access to services. When someone chooses a bike instead of a car, it reduces the demand for fuel, parking, and space on the road.
The €305 million annual benefit includes health savings due to increased physical activity, avoided emissions, time gained from reduced congestion, and the creation of jobs tied to fleet operations. Many bike-sharing schemes also improve equity by giving people access to mobility in areas that are underserved by public transport or where car ownership isn’t affordable.
Shared bikes are especially useful in mid-sized cities where distances are manageable and car traffic still dominates. With the right policy support, even small fleets can have a noticeable impact on mobility patterns and public health.
What makes a system work well
Not every bike-sharing system succeeds. To be reliable and scalable, a few things must work together:
- Safe, protected bike lanes
- Well-placed stations near high-demand areas
- Bikes that are easy to maintain and manage
- Operators that monitor usage and shift bikes to where they’re needed
- City policies that support cycling and reduce reliance on cars
Successful systems often grow in partnership with city governments, public transport agencies, and private operators who bring technology, logistics, and know-how.
The role of software and operations
Reliable software is what keeps all parts of the system connected. From unlocking a bike to seeing usage trends across the city, operators need tools that are stable, flexible, and easy to manage. For those launching or scaling a fleet, platforms like ATOM Mobility offer ready-made solutions that handle booking, payments, ID checks, live tracking, and fleet control in one place.

The platform supports both electric and mechanical bikes, offers branded apps, and integrates with smart locks or IoT modules for remote vehicle access. It also lets operators adjust pricing, monitor vehicle health, and manage customer support in real time. That means smaller teams can launch faster and scale smarter, without having to build every tool from scratch.
A small change with a big effect
Bike sharing won’t replace all car trips, but even a small shift makes a difference. A few short rides per week can reduce emissions, improve fitness, and save time spent in traffic. When these trips are supported by good infrastructure, public awareness, and seamless apps, the impact grows.
As cities continue to prioritise sustainability, shared micromobility will play a bigger role in helping people move in cleaner, healthier, and more flexible ways. With the right technology and planning, bike sharing becomes more than a service – it becomes a habit that supports better cities for everyone.


