Como a Vianova usa o MDS para ajudar as operadoras a colaborar com os municípios?

Como a Vianova usa o MDS para ajudar as operadoras a colaborar com os municípios?

Com a crescente demanda por diferentes soluções de mobilidade e sua crescente disponibilidade, os municípios são as primeiras instituições a se beneficiar de todas essas novas ideias e prestadores de serviços. Especificação de dados de mobilidade (MDS) é uma ferramenta digital criada para sua conveniência. Isso ajuda os municípios a melhorar a gestão do transporte público. Essa ferramenta é usada pela ATOM Mobility e por muitos grandes operadores de micromobilidade para compartilhar dados de viagens e veículos. Desta vez, porém, a história é sobre a Vianova, uma empresa que vai um passo além. Essa plataforma agrega dados de várias operadoras e os disponibiliza aos municípios de uma forma visualizada e fácil de entender.

Cada município deve criar o mix de mobilidade certo para sua cidade. Normalmente, isso é para substituir rapidamente carros individuais. O interesse dos prestadores de serviços de micromobilidade está sendo regulado por cidades com licenças, licitações e regulamentos em constante mudança, porque, em relação às vagas de estacionamento disponíveis e à segurança, os municípios precisam gerenciar os espaços públicos. No entanto, o medo da bagunça potencial resultante da micromobilidade flutuante ainda existe. Qual é o número certo de veículos que uma cidade pode se dar ao luxo de ter? As operadoras não estão interessadas em colaborações de curto prazo, então o que elas podem esperar a longo prazo? Eles devem planejar seus negócios com antecedência e podem até mesmo agregar mais valor à cidade, por exemplo, se souberem que podem contar com a integração de novos meios de transporte.

Rumo a uma melhor comunicação

A Vianova é a plataforma líder em inteligência de mobilidade na Europa. A empresa fornece inteligência de mobilidade e ferramentas de gerenciamento de mobilidade para cidades e operadoras. É possível que os municípios vejam dados agregados de diferentes operadoras de mobilidade em painéis para que possam entender a utilização dos serviços configurados de acordo com os regulamentos. Além disso, esses dados podem ser facilmente compartilhados com os operadores e supervisionar a implantação da frota na cidade. “Vimos que essa transparência e confiança facilitam uma comunicação mais direta que leva a uma melhor colaboração entre operadoras e cidades que se esforçam para implantar a micromobilidade”, diz Thibault Castagne, cofundador e CEO da Vianova.

Com base nos dados disponíveis, os municípios podem planejar novas implantações de infraestrutura, elaborar as políticas corretas e integrar a micromobilidade ao mix geral de mobilidade. Tudo isso pode ser feito com a ajuda das análises apropriadas. “É importante entender quando, onde e quais veículos estão localizados para configurar centros de geofencing e mobilidade, etc. Além disso, os responsáveis devem garantir que tudo funcione corretamente. Em relação à segurança - a infraestrutura está configurada da maneira correta? Há necessidade de novas ciclovias ou limites de velocidade? A combinação de sustentabilidade e mobilidade consiste, na verdade, em entender como esses novos serviços podem ser integrados ao sistema geral de transporte multimodal da cidade, e isso é feito entendendo a origem e os destinos, a interconexão com o transporte público e assim por diante. Isso pode ser alcançado compartilhando dados”, diz Thibault.

Criação de regulamentos no local

O painel do Vianova está disponível em um aplicativo da web para que possa ser usado em qualquer navegador da web. Qualquer pessoa com acesso pode ver a vista da cidade com todos os provedores agregados em um painel. Se necessário, os operadores podem até mesmo ser contatados pelo painel. Os operadores municipais podem acompanhar as violações. Também é possível ver a disponibilidade da frota e a rotação de veículos por distrito, subdistrito e até mesmo acompanhar o tamanho da frota por fornecedor.

“Uma característica muito interessante é criar regulamentações”, explica Thibault. “É possível criar novos regulamentos diretamente no mapa, por exemplo, zonas adicionais proibidas. Os representantes da cidade só precisam clicar em “mais” e indicar “Quero criar uma zona de baixa velocidade”. Será possível desenhar uma zona específica que será compartilhada diretamente com os operadores. Em seguida, eles receberão uma API. Por meio dessa API, eles poderão receber continuamente as novas regulamentações da cidade em um formato digital, legível por máquina, fácil de integrar ao software de gerenciamento de frotas.” Além disso, relatórios de análise completos estão disponíveis detalhando o número de viagens por provedor, o tamanho da frota por provedor, a rotação do dispositivo e a disponibilidade da frota, etc.

Os operadores podem ver seus próprios insights de mobilidade, bem como as regulamentações. Eles podem obter informações sobre viagens, ajudando-os a identificar quais são as origens e os destinos mais populares. Além disso, esses dados estão disponíveis até mesmo nos últimos seis meses.

Aqui estão alguns exemplos de como as cidades aproveitaram os insights fornecidos pela Vianova e os transformaram em mudanças de infraestrutura muito bem-sucedidas. Em Bruxelas, o governo da cidade usa a telemetria de viagem para entender quais rotas são mais usadas por e-scooters e bicicletas elétricas em toda a cidade. As novas ciclovias que foram construídas após a investigação resultaram em um aumento de cinco vezes nas viagens de micromobilidade. Um projeto similar que envolveu planejamento e gerenciamento foi implementado em Estocolmo. Novos racks de estacionamento foram construídos usando dados que ajudaram a planejar a instalação, o gerenciamento e a disponibilidade.

Direitos iguais para todos

No entanto, mesmo com os melhores dados disponíveis para todas as partes, surge a pergunta: a competição entre grandes players de micromobilidade no mercado, como Void, Lion Bird, Spin e pequenos provedores de serviços, é justa? É mesmo possível que empresas menores entrem no mercado? Thibault acha que essa é a parte mais difícil da discussão para os municípios. No entanto, para pequenos players do mercado, não é tão complicado: “A verdade é que a diferença não é tão grande. Acho que os pequenos operadores também devem mostrar seu histórico ou casos de uso anteriores de operações de frota, além de demonstrar uma boa colaboração com as cidades. Isso pode dar a essas empresas o mandato de participar dessa competição de serviços de micromobilidade. Além disso, acho que operadoras menores poderiam ser melhores parceiras para a cidade, porque elas estão mais focadas em oferecer o serviço certo para aquela cidade específica.”

A Vianova é uma ótima parceira tanto para operadoras quanto para cidades. A plataforma oferece informações valiosas que as cidades podem usar para tornar seus arredores mais sustentáveis e verdes, acolhendo a micromobilidade de forma controlada.

Interessado em saber mais sobre o MDS ou o Vianova? Entre em contato com nossa equipe de vendas: https://atommobility.com/demo

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Por que as empresas de táxi falham em 2026 (spoiler: é marketing)
Por que as empresas de táxi falham em 2026 (spoiler: é marketing)

A maioria das empresas de táxi não fracassa por causa da tecnologia - elas fracassam porque ninguém sabe que elas existem 👀 No mercado atual, competir com a Uber não tem a ver com recursos, mas com demanda. 📈 Sem marca, marketing aleatório, mentalidade “posterior” resulta em baixa utilização e crescimento lento. Neste artigo, detalhamos os erros mais comuns - e como criar um sistema de marketing que realmente impulsione as viagens 🚀

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A maioria das empresas de táxi e carona não fracassa por causa da tecnologia ruim. Eles falham porque ninguém sabe que eles existem. Em um mercado moldado por players como o Uber, a demanda não é mais algo que “simplesmente acontece”. É projetado. Construído. Otimizado. Repetido.

No entanto, muitas operadoras ainda tratam o marketing como algo secundário — algo a ser descoberto após o lançamento, depois que a frota estiver pronta, depois que os motoristas embarcarem. Até lá, já é tarde demais.

Um padrão comum que vemos é o seguinte: uma empresa lança com um produto funcional, talvez até mesmo com uma configuração operacional sólida, mas sem uma estratégia clara de marca ou aquisição. Algumas campanhas são testadas, parte do orçamento é gasto em diferentes canais, mas nada é consistente. Não há posicionamento claro, público definido e sistema para medir o que realmente funciona.

O resultado é previsível. O crescimento é lento, a utilização permanece baixa e a pressão começa a aumentar. Nesse ponto, o marketing se torna reativo — impulsionado pela urgência e não pela estratégia. Os descontos aumentam, os experimentos se multiplicam e os custos aumentam mais rápido do que a receita.

É aqui que muitas empresas perdem o controle da economia de suas unidades.

Por que o marketing ruim acontece

Um marketing ruim raramente vem da falta de esforço. Geralmente vem de prioridades erradas. Muitas operadoras acreditam que têm problemas mais urgentes para resolver — frota, motoristas, operações — e que o marketing pode esperar. Parece lógico no curto prazo, mas na realidade é uma decisão míope que cria problemas muito maiores posteriormente.

Outro problema comum é a falta de direção. As atividades de marketing existem, mas são dispersas e não estruturadas. Não há um público-alvo claro, um posicionamento definido e uma linguagem de marca consistente. Sem essa base, até mesmo campanhas bem financiadas lutam para gerar resultados.

É aqui que a lacuna entre operadoras menores e empresas como a Uber se torna óbvia. A diferença não está apenas no orçamento, é na clareza. Eles sabem exatamente quem são seus alvos, como se comunicam e como medem o sucesso.

Sem essa clareza, o marketing se torna ruído. E o ruído não se converte.

Quando o marketing é tratado como opcional

Nos estágios iniciais, muitas empresas tratam o marketing como algo “bom de se ter”. Os orçamentos são alocados primeiro para todo o resto, e o que resta é usado para promoção — se é que sobra alguma coisa. A suposição é simples: lance primeiro, invista em marketing depois.

O mesmo pensamento geralmente leva a outro erro: lançar com uma marca fraca ou inexistente. Um aplicativo genérico, sem identidade clara, sem diferenciação. Inicialmente, isso pode economizar dinheiro, mas cria um problema muito maior: as pessoas não se lembram de você e você não pode criar demanda em torno de algo que não tem identidade.

Em algum momento, a realidade se atualiza. O crescimento é mais lento do que o esperado, as receitas não correspondem às projeções e a pressão aumenta. É quando as empresas passam para o modo reativo. O marketing se torna urgente em vez de estratégico. Os descontos aumentam. Campanhas aleatórias são lançadas. Os orçamentos são gastos mais rapidamente, mas os resultados não melhoram. O pânico substitui o planejamento — e o marketing impulsionado pelo pânico quase nunca funciona.

Como criar um sistema de marketing que realmente funcione

Esqueça o marketing aleatório. Não escala. Se você quer um crescimento previsível, comece aqui:

  • Mapeie todas as principais atividades de marketing necessárias para gerar demanda (quais 2-3 canais você usará para atrair usuários?)
  • Defina seu público-alvo e sua principal diferenciação (como você é diferente dos outros?)
  • Defina um orçamento de marketing realista com antecedência
  • Trabalhe com profissionais que entendem de mobilidade (questões de execução)
  • Concentre-se em alguns canais que realmente convertem
  • Acompanhe os principais KPIs: instalações → primeira viagem → retenção
  • Ajuste continuamente com base em dados reais, não em suposições

Quanto mais cedo você criar esse sistema, mais rápido alcançará a lucratividade.

Como a ATOM Mobility ajuda as operadoras a crescer

Na ATOM Mobility, vimos essa dinâmica em centenas de empresas de mobilidade em todo o mundo. A diferença entre aqueles que escalam e aqueles que param raramente se resume apenas à tecnologia. A execução é o que os separa.

É também por isso que expandimos para além do software e, junto com especialistas do setor, lançamos um serviço de marketing dedicado para apoiar diretamente as operadoras.

Ajudamos as empresas de mobilidade a passarem do zero à demanda escalável, abrangendo estratégia de entrada no mercado, marca, marketing de desempenho, otimização de lojas de aplicativos e gerenciamento contínuo do crescimento, tudo feito sob medida especificamente para operadores de carona e táxi.

👉 Saiba mais e veja como podemos apoiar seu crescimento:
https://www.atommobility.com/marketing-agency

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API de mobilidade ATOM: crie sua própria experiência de mobilidade em cima de uma plataforma comprovada
API de mobilidade ATOM: crie sua própria experiência de mobilidade em cima de uma plataforma comprovada

⚡ Inicie mais rápido e integre-se em qualquer lugar com a API ATOM Mobility. Crie sua própria experiência de mobilidade sem reconstruir o back-end. Saiba como a API ATOM Mobility permite integrar, personalizar e escalar mais rapidamente.

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A mobilidade compartilhada está indo além dos aplicativos autônomos. Hoje, espera-se que as operadoras se integrem aos ecossistemas existentes — de plataformas de hotéis e aeroportos a ferramentas de viagens corporativas e aplicativos MaaS. Construir tudo isso do zero é lento, caro e difícil de escalar.

É por isso que a ATOM Mobility oferece uma solução totalmente desenvolvida API aberta - permitindo que você crie sua própria experiência de mobilidade com base em um back-end comprovado.

Do aplicativo à plataforma

A maioria das soluções de mobilidade ainda é construída como sistemas fechados. Isso cria atritos: as integrações levam tempo, os recursos personalizados exigem um desenvolvimento intenso e a expansão para novos canais se torna complicada.

Uma abordagem que prioriza a API muda isso.
Em vez de reconstruir a funcionalidade principal, os operadores podem usar o ATOM Mobility como sistema subjacente e criar sua própria camada na parte superior. Fluxos de reserva, pagamentos, controle de veículos e lógica operacional já estão disponíveis, acessíveis via API.

O que isso possibilita na prática

Com o acesso à API, a mobilidade pode ser incorporada diretamente onde os usuários já estão.

- Uma viagem pode ser reservada no site de um hotel. Um carro pode ser desbloqueado por meio de um aplicativo parceiro. Um front-end personalizado pode ser criado para um mercado específico sem tocar no back-end.

- Ao mesmo tempo, os operadores podem conectar suas próprias ferramentas: de painéis internos a sistemas financeiros e de relatórios (por exemplo, Power BI) criando uma operação mais automatizada e escalável.

O resultado não é apenas um aplicativo de mobilidade, mas um sistema flexível que pode se adaptar a diferentes mercados, parceiros e casos de uso.

O que você pode gerenciar com a API ATOM Mobility

🚗 Gestão de reservas e viagens - pesquise veículos, reserve e desbloqueie, inicie e termine viagens, gerencie o status da viagem.

💳 Pagamentos e usuários - crie e gerencie usuários, gerencie pagamentos e preços, acesse o histórico de reservas.

🛴 Frota e operações - status e localização do veículo, zonas e restrições, configuração de preços.

🔌 Integrações - conecte aplicativos de terceiros, sincronize com sistemas externos, automatize fluxos de trabalho e muito mais...

Poucos casos de uso que já vemos

1. Mobilidade incorporada em plataformas de parceiros

Reserva diretamente de (não é necessário baixar o aplicativo):

  • sites de hotéis
  • quiosques de aeroporto
  • portais de viagens corporativas
  • Aplicativos MAAS (como Umob)

2. Front-ends e aplicativos personalizados

Os operadores constroem:

  • aplicativos web de marca
  • fluxos de UX de nicho
  • experiências específicas de cada país

Tudo alimentado pelo backend ATOM Mobility.

3. Integrações de IoT e hardware

  • sincronizar dados do veículo
  • controle de bloqueio/desbloqueio

4. Ferramentas internas e de automação

  • painéis de relatórios
  • automação financeira
  • fluxos de comunicação com o cliente

Em vez de passar meses criando sistemas centrais, as operadoras podem usar a API ATOM e se concentrar no que realmente impulsiona o crescimento: distribuição e parcerias.

Interessado em saber mais ou experimentar?

Saiba mais:
https://www.atommobility.com/api

Explore a API:
https://app.rideatom.com/api/docs

Lance sua plataforma de mobilidade em 20 dias!

Vários veículos. Escalável. Comprovado.