
É um bom momento para começar um negócio de compartilhamento de carros? Absolutamente
O mercado de compartilhamento de carros está crescendo — estima-se que cresça 20% ao ano e alcance um valor de mercado de 20 bilhões de dólares até 2032. Isso representa um aumento de quase sete vezes em relação à avaliação de 2,9 bilhões de dólares de 2022.
Apesar de o compartilhamento de veículos baseado em aplicativos ser um participante relativamente novo no ecossistema de mobilidade, ele explodiu em popularidade. As pessoas rapidamente perceberam sua conveniência e facilidade de uso, especialmente em centros urbanos, onde manter um veículo particular se torna cada vez mais caro e incômodo.
Isso representa uma oportunidade para empreendedores interessados em atender à demanda real de mobilidade.
Mas o que é compartilhamento de carros e como funciona? Qual é a aparência do modelo de negócios? E quais são os primeiros passos para começar?
Encontre as respostas abaixo.
O que é compartilhamento de carros e como funciona?
O compartilhamento de carros é um serviço de mobilidade baseado em aplicativos que permite que indivíduos aluguem veículos por um curto período. Com esse serviço, os usuários obtêm acesso a uma frota de veículos que normalmente estão estacionados em toda a cidade, garantindo que sempre haja um carro convenientemente próximo.
A jornada do usuário e os benefícios do compartilhamento de carros
Por meio de um aplicativo em seu smartphone, os usuários podem localizar, reservar e desbloquear o veículo disponível mais próximo, bem como pagar sua viagem automaticamente adicionando detalhes de pagamento, proporcionando assim uma experiência perfeita e acesso rápido a um carro. Outros benefícios comuns para os usuários incluem não ter que se preocupar com combustível ou seguro, pois eles estão incluídos no preço.
As cidades geralmente incentivam o uso da mobilidade compartilhada, pois ajuda a descongestionar ruas, liberar estacionamento e minimizar o impacto ambiental de veículos particulares na cidade. Assim, as parcerias público-privadas são comuns, conferindo benefícios adicionais aos usuários desse tipo de mobilidade compartilhada: estacionamento gratuito, uso gratuito de faixas de ônibus e muito mais.
Como funciona o compartilhamento de carros: a perspectiva de negócios
No lado comercial, o operador é responsável por garantir que as tarefas de manutenção e logística de sua frota sejam atendidas.
Isso inclui tarefas regulares de manutenção, como verificações, reparos, abastecimento de combustível e limpeza do veículo. Além disso, se você tiver um modelo flutuante (onde os usuários podem deixar seus carros em qualquer lugar), o operador deve realocar os carros regularmente em locais ideais para manter a conveniência e a confiabilidade do usuário.
Além de implantar e manter sua frota, as operadoras também supervisionam o bom funcionamento de seu aplicativo de mobilidade, além de cuidar da verificação do usuário, ou seja, garantir que as pessoas que se inscrevem sejam quem dizem ser e tenham carteiras de motorista válidas. É claro que, como qualquer outra empresa, o suporte ao cliente e outras responsabilidades vinculadas à execução da operação são um dado adquirido.
O modelo de negócios de compartilhamento de carros
Até agora, listamos muitas despesas — manutenção, gerenciamento, seguros, TI. Adicione a isso salários, despesas gerais operacionais e compra ou aluguel da própria frota. Como as empresas recuperam todas essas despesas e obtêm lucro?
Nota: Como as empresas de compartilhamento de carros operam em grande escala, elas devem tentar negociar tarifas mais baixas com os prestadores de serviços.
As empresas de compartilhamento de carros usam várias fontes de receita. Em primeiro lugar, os clientes são cobrados pelo tempo/distância de uso do carro. Além disso, parcerias de marca e promoção cruzada (por exemplo, publicidade no carro ou no aplicativo) costumam ser usadas para garantir receita adicional. Também pode ser sensato criar programas de associação ou fidelidade para garantir receitas recorrentes, oferecendo aos assinantes benefícios adicionais, como acesso a carros premium ou períodos de reserva mais longos.
O objetivo é ter seus carros na estrada o máximo possível, para que as empresas geralmente se concentrem em maximizar o uso do veículo e a receita por veículo. Encontrar o sucesso é encontrar o equilíbrio em um cenário em constante mudança — ter poucos carros pode levar à superlotação e à insatisfação com a falta de disponibilidade, enquanto ter muitos carros levará ao uso ineficiente dos recursos.

Como começar um negócio de compartilhamento de carros
Como acontece com qualquer empresa, o lançamento de um projeto de compartilhamento de carros requer pesquisa, investimento, desenvolvimento e estratégia. Vamos dar uma olhada em cada um por vez.
1. Pesquisa de mercado
Ao explorar oportunidades para iniciar um negócio de compartilhamento de carros, vários fatores devem ser considerados.
Público e demanda
Compreender os dados demográficos, as preferências e os comportamentos de seus usuários em potencial é crucial. Assim como determinar o nível de demanda. Algumas perguntas que você deve responder incluem:
- Quem é meu público-alvo — passageiros urbanos, viajantes ocasionais?
- Quais são seus dados demográficos? Como você deve se comunicar com eles?
- Qual segmento oferece mais promessas — B2C, B2B?
Competição
Identificar quem já está operando em sua área e por que (ou por que não) pode ajudar você a entender melhor o que funciona e o que não funciona. Algumas perguntas que você deve responder incluem:
- Quem são meus concorrentes — outros negócios de compartilhamento de carros/caronas, transporte público?
- Como posso diferenciar minha empresa das outras?
- Algum negócio similar anterior fracassou nessa área — por quê?
Considerações legais e logísticas
Determinar se há alguma barreira legal/prática para iniciar suas operações é uma coisa inteligente a se fazer antes de investir muito tempo e dinheiro em seu projeto. Considere:
- Quais são os requisitos legais para operar esse tipo de negócio em sua área?
- Como você lidará com questões de seguro e responsabilidade civil para sua frota?
- Como e onde você executará suas operações diárias? Se você está pensando em se tornar elétrico, a área tem a infraestrutura necessária?
Embora responder a essas perguntas não seja necessariamente um pré-requisito para lançar seu negócio, lidar com elas desde o início pode evitar muitas dores de cabeça no futuro.
2. Investimento
Quanto capital você precisa para lançar um negócio de compartilhamento de carros?
Depende muito se você planeja alugar ou comprar veículos para sua frota. Embora o aluguel seja mais acessível no curto prazo, ele reduzirá uma grande parte do seu lucro. Normalmente, possuir seus veículos é a opção preferida, pois isso oferece estabilidade de preços, eficiência de custos a longo prazo, liberdade de operação e outros benefícios.
Para obter uma estimativa aproximada do investimento inicial, você deve somar o preço total dos carros (EUR 12.000 a 20.000 por veículo), seguros, software de compartilhamento de carros aquisição e manutenção, bem como a sobrecarga operacional esperada para começar. Também pode ser sensato reservar alguns fundos para despesas inesperadas, como reparos.
3. Estratégia de desenvolvimento e lançamento
Proteger os veículos e as licenças necessárias pode demorar um pouco, e você deve considerar isso. Durante esse período, você deve colocar seus planos em prática. Estabeleça protocolos de manutenção e planos logísticos para um gerenciamento eficiente da frota. Implemente processos de verificação de usuários e responsivos suporte ao cliente para uma experiência de usuário segura e positiva.
Quanto à infraestrutura de TI, você pode economizar muitos recursos escolhendo uma solução de TI de marca branca para potencializar seu aplicativo e acelerar drasticamente seu tempo de colocação no mercado. Plataformas como Mobilidade ATOM pode equipar sua empresa com o aplicativo de que você precisa — tudo o que você precisa fazer é personalize-o.
Por falar em personalização, não se esqueça da marca. Crie uma identidade de marca convincente e planeje uma segmentação campanhas de lançamento e marketing para gerar conscientização no momento em que sua empresa estiver pronta para seus primeiros clientes.
Sua jornada de negócios de compartilhamento de carros começa aqui
Agora você sabe como iniciar um negócio neste setor — entrar nesse mercado próspero exige uma combinação de estratégias centradas no usuário e decisões de negócios astutas. Mas a chave para o sucesso são parceiros confiáveis que possam guiá-lo na direção certa. Experimente nosso software flutuante gratuito de compartilhamento de carros e pegue a estrada hoje!
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🚕 Web-booker is a lightweight ride-hail widget that lets users book rides directly from a website or mobile browser - no app install required. It reduces booking friction, supports hotel and partner demand, and keeps every ride fully synced with the taxi operator’s app and dashboard.
What if ordering a taxi was as easy as booking a room or clicking “Reserve table” on a website?
Meet Web-booker - a lightweight ride-hail booking widget that lets users request a cab directly from a website, without installing or opening the mobile app.
Perfect for hotels, business centers, event venues, airports, and corporate partners.
👉 Live demo: https://app.atommobility.com/taxi-widget
What is Web-booker?
Web-booker is a browser-based ride-hail widget that operators can embed or link to from any website.
The booking happens on the web, but the ride is fully synchronized with the mobile app and operator dashboard.
How it works (simple by design)
- Client places a button or link on their website
- Clicking it opens a new window with the ride-hail widget
- The widget is branded, localized, and connected directly to the operator’s system
- Booking instantly appears in the dashboard and mobile app
No redirects. No app-store friction. No lost users.
Key capabilities operators care about

🎨 Branded & consistent
- Widget color automatically matches the client’s app branding
- Feels like a natural extension of the operator’s ecosystem
- Fully responsive and optimized for mobile browsers, so users can book a ride directly from their phone without installing the app
📱 App growth built in
- QR code and App Store / Google Play links shown directly in the widget
- Smooth upgrade path from web → app
🔄 Fully synced ecosystem
- Country code auto-selected based on user location
- Book via web → see the ride in the app (same user credentials)
- Dashboard receives booking data instantly
- Every booking is tagged with Source:
- App
- Web (dashboard bookings)
- Booker (website widget)
- API
🔐 Clean & secure session handling
- User is logged out automatically when leaving the page
- No persistent browser sessions
💵 Payments logic
- New users: cash only
- Existing users: can choose saved payment methods
- If cash is not enabled → clear message prompts booking via the app
This keeps fraud low while preserving conversion.
✅ Default rollout
- Enabled by default for all ride-hail merchants
- No extra setup required
- Operators decide where and how to use it (hotel partners, landing pages, QR posters, etc.)
Why this matters in practice
Web-booker addresses one of the most common friction points in ride-hailing: users who need a ride now but are not willing to download an app first. By allowing bookings directly from a website, operators can capture high-intent demand at the exact moment it occurs - whether that is on a hotel website, an event page, or a partner landing page.
At the same time, Web-booker makes partnerships with hotels and venues significantly easier. Instead of complex integrations or manual ordering flows, partners can simply place a button or link and immediately enable ride ordering for their guests. Importantly, this approach does not block long-term app growth. The booking flow still promotes the mobile app through QR codes and store links, allowing operators to convert web users into app users over time - without forcing the install upfront.
Web-booker is not designed to replace the mobile app. It extends the acquisition funnel by adding a low-friction entry point, while keeping all bookings fully synchronized with the operator’s app and dashboard.
👉 Try the demo
https://app.atommobility.com/taxi-widget

🚲 Cleaner air, less traffic, and better city living - bike-sharing apps are making it happen. With seamless apps, smart integration, and the right infrastructure, shared bikes are becoming a real alternative to cars in cities across Europe.💡 See how bike-sharing supports sustainable mobility and what cities and operators can do to get it right.
Bike-sharing apps are reshaping urban mobility. What began as a practical way to get around without owning a bike is now part of a bigger shift toward sustainable transport.
These services are doing more than replacing short car trips. They help cities cut emissions, reduce congestion, improve health, and connect better with public transport.
As more cities rethink how people move, bike sharing continues to grow as one of the fastest and most affordable tools to support this change.
Why bike sharing is important
Bike-sharing services now operate in over 150 European cities, with more than 438,000 bikes in circulation. These systems help prevent around 46,000 tonnes of CO₂ emissions annually and reduce reliance on private cars in dense urban areas. They also improve air quality, lower noise levels, and make cities more pleasant to live in.
A recent study by EIT Urban Mobility and Cycling Industries Europe, carried out by EY, found that bike-sharing services generate around €305 million in annual benefits across Europe. This includes reduced emissions, lower healthcare costs, time saved from less congestion, and broader access to jobs and services.
For cities, the numbers speak for themselves: every euro invested yields a 10% annual return, generating €1.10 in positive externalities. By 2030, these benefits could triple to €1 billion if bike-sharing is prioritized.
Connecting with public transport
Bike sharing works best when it fits into the wider transport system. Most car trips that bike sharing replaces are short and often happen when public transport doesn’t quite reach the destination. That last kilometer between a bus stop and your home or office can be enough to make people choose the car instead.
Placing shared bikes near metro stations, tram stops, or bus terminals makes it easier for people to leave their cars behind. This “last-mile” connection helps more people use public transport for the long part of their trip and hop on a bike for the short part. Over time, that encourages more consistent use of both bikes and transit.
In cities where bike sharing is integrated into travel passes or mobility platforms, users can combine modes in a single journey. That flexibility supports wider access and makes shared bikes part of everyday mobility, not just something used occasionally.
What the app brings to the experience
The digital experience behind bike sharing is a big part of why it works. People can check availability, unlock a bike, pay, and end their trip – all in one app. This makes it quick, simple, and consistent.
Good bike-sharing apps also offer:
- Real-time vehicle status
- Contactless ID verification and onboarding
- Support for short trips and subscriptions
- Usage history and cost tracking
- Optional features like carbon savings or route suggestions
When users don’t need to think twice about how the system works, they’re more likely to build regular habits around it. That habit shift is what makes a long-term difference for both users and cities.
Wider city-level benefits
Bike sharing isn’t just a transport service. It helps cities meet public goals – cleaner air, lower traffic, healthier residents, and better access to services. When someone chooses a bike instead of a car, it reduces the demand for fuel, parking, and space on the road.
The €305 million annual benefit includes health savings due to increased physical activity, avoided emissions, time gained from reduced congestion, and the creation of jobs tied to fleet operations. Many bike-sharing schemes also improve equity by giving people access to mobility in areas that are underserved by public transport or where car ownership isn’t affordable.
Shared bikes are especially useful in mid-sized cities where distances are manageable and car traffic still dominates. With the right policy support, even small fleets can have a noticeable impact on mobility patterns and public health.
What makes a system work well
Not every bike-sharing system succeeds. To be reliable and scalable, a few things must work together:
- Safe, protected bike lanes
- Well-placed stations near high-demand areas
- Bikes that are easy to maintain and manage
- Operators that monitor usage and shift bikes to where they’re needed
- City policies that support cycling and reduce reliance on cars
Successful systems often grow in partnership with city governments, public transport agencies, and private operators who bring technology, logistics, and know-how.
The role of software and operations
Reliable software is what keeps all parts of the system connected. From unlocking a bike to seeing usage trends across the city, operators need tools that are stable, flexible, and easy to manage. For those launching or scaling a fleet, platforms like ATOM Mobility offer ready-made solutions that handle booking, payments, ID checks, live tracking, and fleet control in one place.

The platform supports both electric and mechanical bikes, offers branded apps, and integrates with smart locks or IoT modules for remote vehicle access. It also lets operators adjust pricing, monitor vehicle health, and manage customer support in real time. That means smaller teams can launch faster and scale smarter, without having to build every tool from scratch.
A small change with a big effect
Bike sharing won’t replace all car trips, but even a small shift makes a difference. A few short rides per week can reduce emissions, improve fitness, and save time spent in traffic. When these trips are supported by good infrastructure, public awareness, and seamless apps, the impact grows.
As cities continue to prioritise sustainability, shared micromobility will play a bigger role in helping people move in cleaner, healthier, and more flexible ways. With the right technology and planning, bike sharing becomes more than a service – it becomes a habit that supports better cities for everyone.


